






O conceito nasce do próprio nome — um espaço maker, de experimentação, onde cada parede é uma tela em branco e cada área estimula a cocriação. A paleta combina preto fosco, concreto natural e tons industriais com explosões de cor em neon magenta, ciano elétrico e amarelo-limão, criando uma atmosfera que mescla galeria de arte e estúdio criativo.
Os ambientes distribuem-se em uma recepção com letreiro neon em escala tipográfica impactante, parede de brutalismo e bancada em concreto com iluminação embutida; uma área de descompressão com parede de grafite, jogos e lounge descontraído com pufes modulares em cores vibrantes; sala de reunião com mesa em vidro fumê, cadeiras transparentes e paredes acrílicas para brainstorm intenso; open plan com bancadas colaborativas ajustáveis em altura, estações livres sem hierarquia visual e uma ilha central com totem digital para briefings relâmpago; e um café estiloso com bancada em concreto, banquetas altas em metal colorido, parede de azulejos hidráulicos e neon tubes — tudo costurado por iluminação cênica com trilhos de spot dimerizáveis, sistemas de som integrados, biofilia urbana com cactos e suculentas, e a energia crua de quem vive de criar o novo.